Cambriana
a lágrima é salgada
por saudade do Oceano.
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Dez e meia
O café, nem com leite e adoçante ficou bom.
A culpa era da boca amargurada.
Derrubei a véia – mágoa – no iogurte e deixei descansar.
Acabou o musli e preciso de tempo pra me restabelecer, pensar no que fazer hoje com meu fígado.
E o cara-de-pau deu escândalo porque não peguei um taxi para encontrá-lo.
Ok, vou pra casa do caralho: lá sou amiga do Rei.
Enquanto isso seus ovos – metropolitanos – fervem no fogão meia-boca.
— Ring...ring!
Ringue.
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