em é preciso ser sherlock pra notar,
mesmo com os badulaques usuais,
e sem os gorros, cachecóis
dos poetas marginais,
que não sou mais chic como era antes.
Ontem foi o fim:
comi baconzitos com espumante!
28 dezembro 2009
Decadénce
27 dezembro 2009
Leminski
Lia em seu leito
poesia de Paulo.
Sem perceber que sonhava,
paulatinamente
combinava fonemas.
Paulo e Lia
fazendo poemas:
ele ditava,
ela deitada,
dormia.
O dia chegou:
— Acorda Lia! Bom dia!
No lençol branco da cama
nem uma linha.
(Este poema está na Antologia Bar do Escritor)
07 dezembro 2009
dos Confortos
Com seus olhos chegou ao ápice
o sonho diatomáceo.
Fendas crescendo no escuro
feito os de lêmures noturnos
e cuida o predador.
05 dezembro 2009
03 dezembro 2009
02 dezembro 2009
27 novembro 2009
22 novembro 2009
Encantação - para Chacal não ler
Canis adustus
Morena de olho azul,
a poesia de corpo inteiro
é falsa-magra
-e sai carnuda-
Poesia não envelhece,
nem precisa de viagra,
poisia embora, mas voltou,
Poisio de Janeiro.
Morena de olho azul,
a poesia de corpo inteiro
é falsa-magra
-e sai carnuda-
Poesia não envelhece,
nem precisa de viagra,
poisia embora, mas voltou,
Poisio de Janeiro.
07 novembro 2009
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