23 maio 2009

Antologia Bar do Escritor-Lançamento


O Bar do Escritor - Antologia
O bar do escritor, projeto idealizado por Giovani Iemini, é um grupo literário que se reúne no Orkut desde 3 de agosto de 2005. Em janeiro de 2009 contabiliza com mais de 2800 membros.A estrutura define-se em três partes: o Orkut, onde os escritores postam suas obras, que são avaliadas pelos colegas. A única regra é a crítica ao texto, nunca ao autor. Desta interação surgem debates ferrenhos e apaixonados, além de estreitar os laços entre os membros de todo o país; a segunda parte é o Blog do Bar, em que os membros colunistas expõem diariamente seus melhores textos e informações sobre literatura, além dos convidados nos dias 10, 20 e31; a terceira parte é o Ezine, ou eletrônico-zine, uma coletânea dos textos mais interessantes postados no fórum do Orkut, reunidos já em mais de 25 publicações virtuais.Aportando diretamente da World Wide Web, o mundo cibernético em quenasceu e se criou, a Antologia do Bar do Escritor, ponto de encontro virtual de escritores de todos os cantos do Brasil (e alguns pelomundo), ganha agora sua versão impressa no modelo pocket book, pois o prazer da leitura na velha e boa folha de papel ainda guarda seu charme e comodidade.Neste volume, 38 autores integrantes do Bar do Escritor apresentam diferentes tipos de textos entre poesias, contos, crônicas, que vão do humor à tragédia, do riso ao choro, da indignidade à emoção, sem com isso deixarem de ser detalhadamente anárquicos. É como diz o brado do último bardo bêbado: Anaquia sim, bagunça não!
Por Me Morte.
Estou vendendo.
Preço: 15 reais + postagem correio
interessados enviar email para flavia_perez@hotmail.com

18 maio 2009

Eventos

Foto do meu poema "Bela Medéia"
Fez parte da Exposição organizada pela poetisa Maria Júlia Pontes que aconteceu no Sarau Politeama do dia 19/05/3309



29 abril 2009

Gingle

Vendo levezas
em potinhos vários.

Creminhos, perfumes,
géis,

banhos de fadas,
bolha de papel,
boda de sabão,

contos-de-espuma e fodas,
pra mulher mercenária.

Processo Criativo











A Máquina ronca, poderosa,
a operária morta.

Engrenagens observam,
boquiabertas.

A Máquina goza
a operária esmagada
na procura, na oferta.

A Máquina, essa noite,
terá sonhos cor-de-rosa.

A Máquina Mística,
míster não parar,
não espera que amanhã chegue:
quer outra mulher pra processar.

É, Ela não liga e grita:

- Tenho fome,
ande logo com isso!
Quem mandou expulsar Deus
do Paraíso!

Willien Nidden


Era um viking assim diferente,
quase elegante.

Um whitman que, de repente
pediu pra cuidar de mim
e nada ficou como antes.

Por certo causou - me estranheza
esse deus meio hyppie,
poeta caeiro,
com jeito de príncipe.

Mas ele foi como veio:

mansa mancha amarela
no olho pisado
de azul fera.

Comendo Arte I

- Quero um homem de Tintoretto,
envelhecido mais de vinte anos,
e ao aglio e olio
uma mulher de Ticiano.

- Tela bem passada
ou mal passada, senhor?

- Versificada, por favor.

28 abril 2009

"Tiro de ofensa e Enervamento" III















Descartes,
sei não ser isso o que pretendia
Vossa Cartesiana Senhoria,
mas hoje descarto
a razão, a lógica,
a filosofia.

Prefiro mesmo a poesia.












Para Liz

Sabemos o que diferencia
o estar
que estamos hoje
e o ser
que somos todo dia.

Portanto o certo é
"penso, logo, sou"
e essa filosofia
é perda de tempo
explicando a confusão verbal,
foi o que me falou
a Betty Vidigal.



15 abril 2009

Beatas:













Nunca vi
pecado tanto
quanto
o que agora
tento.